De vez em quando eu caio nas minhas armadilhas.
Tudo é ou está mais importante do que um fato mínimo (ou menor). Mas eu vou lá, com o meu talento autodestrutivo e ponho um holofote do tamanho de um canhão apontado para o fato, a pessoa, o incômodo.
E torno aquilo a pedra no sapato, o espinho espetado no polegar. E como se não bastasse, falo sobre isso, reforço meu sofrimento.
Tudo sozinha, sem nenhum outro motivo, sem nenhum outro fato para se somar a ele, sem nenhuma novidade.
Simples prazer de sofrer.
E fico me perguntando "pra quê?"
Já tenho problemas reais e bastantes, a vida por si só já me exige muito.
E eu aqui, pensando na coisa menor.
Como se eu não tivesse absolutamente nada melhor pra fazer.
Frutas ao mel
1 day ago



1 comentários:
Deh do céu, posso assinar com vc ...eu sei, o texto é seu, mas sou tão tão tão assim que achei que era meu!!!
beijos Obcessiva-Masoca Manu
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